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18 anos

UMA ASSOCIAÇÃO DE FIBRA

Beneficiamento

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Benefiamento

Existem no Brasil, atualmente, cerca de 232 usinas responsáveis pelo primeiro beneficiamento (descaroçamento) do algodão, denominadas algodoeiras, localizadas em vários Estados produtores da commodity.

 

Entre as conquistas da Amipa, na busca pela constante organização da cadeia produtiva do algodão em Minas, destacou-se a atração das algodoeiras como empresas associadas e a obtenção, junto ao governo estadual, do benefício tributário do ICMS para todas as usinas então instaladas no Estado, por meio da Lei No 14.559/2002.

 

Além de incentivar a expansão da capacidade instalada, de 60 mil/ha anuais e que hoje supera a demanda do mercado produtor, a Associação também atuou estimulando a adesão das algodoeiras ao Sistema Abrapa de Identificação (SAI), garantindo total rastreabilidade do algodão mineiro.

 

As principais algodoeiras mineiras estão localizadas nos municípios de Uberlândia, Monte Carmelo, Presidente Olegário, Patos de Minas, Buritis e Unaí e também em Catuti, região do Norte de Minas.

 

BENEFICIAMENTO DO ALGODÃO

Realizado nas algodoeiras, previamente à industrialização do algodão, o método de beneficiamento consiste na separação da fibra e das sementes por processos mecânicos, com mínima depreciação das qualidades intrínsecas da fibra, de forma a comercializar um bom tipo de pluma de algodão que atenda às exigências das indústrias de fiação, tecelagem e têxtil.

 

ETAPAS DE BENEFICIAMENTO

 

PESAGEM, AVALIAÇÃO DE UMIDADE E VARIEDADES

A pesagem é a primeira etapa na recepção do fardão de algodão em caroço na usina, momento em que é retirada amostra para avaliação de transgenia, seguida de levantamento do grau de impureza da matéria-prima e do seu percentual de umidade – quanto mais seco o algodão a ser beneficiado, maior a preservação das qualidades intrínsecas da fibra –, fazendo-se então o registro do fardão e o seu encaminhamento para imediato processamento ou armazenamento em pátio apropriado.

 

DESMANCHE DO FARDÃO

É realizada a desintegração mecânica do fardão, que pode ocorrer em dois modelos: o primeiro, mais simplificado, consiste no desmanche e no lançamento imediato do algodão na fita transportadora; o segundo agrega a passagem do algodão, após o desmanche inicial, em um batedor inclinado equipado com grelhas (as quais provocam a queda das impurezas menores existentes no produto, como terra e folhas esmagadas), caracterizando um início de limpeza do produto, ainda com o caroço, seguindo então para a fita transportadora.

 

PRÉ-LIMPEZA DO ALGODÃO

Em geral, o algodão sai da fita de transporte em direção a duas linhas de limpeza. Primeiramente ele passa pelo equipamento mecânico denominado HLST (iniciais em inglês para casca, galhos, folhas e impurezas), o qual promove a retirada de até 70% das impurezas existentes. A seguir, coletado com ar quente, o algodão segue para a torre secadora e para o batedor inclinado, sendo então direcionado para a rosca distribuidora que alimenta o equipamento Cotton King, responsável pela eliminação dos 30% restantes de impurezas da matéria-prima. Algumas algodoeiras são equipadas com válvulas by-pass, as quais evitam a utilização dos equipamentos de pré-limpeza no algodão que chega mais limpo ao beneficiamento, minimizando o batimento da fibra e, consequentemente, contribuindo significativamente na preservação da uniformidade da fibra e na qualidade final da pluma.

 

DESCAROÇAMENTO E LIMPEZA DA PLUMA

As máquinas de descaroçamento do algodão são o núcleo pulsante da usina de beneficiamento, cujo trabalho contínuo é fundamental para aperfeiçoar o desempenho no processo de obtenção da pluma. Esses equipamentos são dotados de ferramentas denominadas “serras” e “costelas”, além dos rolos de escova que, juntos, engatilham o algodão retendo e separando o caroço, de forma a permitir que a pluma resultante seja liberada para limpeza.

 

A separação correta dos dois produtos é fundamental para evitar a contaminação da pluma pelo óleo existente no caroço do algodão, um grave contaminante para as fiações, prejudicando tanto o produtor na comercialização quanto a usina na perda de credibilidade do serviço de beneficiamento.

 

É finalizada a limpeza da pluma por meio da sua separação do ar e entrada no limpador de pluma, onde é penteada e desagregada da fibrilha, um resíduo comum do beneficiamento que pode chegar até a 1,3% do total do algodão em caroço processado.

 

O caroço do algodão é destinado à armazenagem em salão exclusivo, aguardando sua comercialização e posterior embarque e transporte rodoviário.

 

ENFARDAMENTO E PRENSAGEM

Separada da fibrilha, a pluma é transportada pneumaticamente para uma prensa onde são formados pequenos fardos de algodão, de aproximadamente 200 kg. Os fardos são pesados, recebem etiqueta de identificação com código de barras e têm retiradas de suas laterais duas amostras para a classificação do algodão por laboratório especializado - em Minas Gerais o laboratório responsável é a Central de Classificação de Fibra de Algodão (Minas Cotton), filial da Amipa na cidade de Uberlândia.

 

Dispostos em salão apropriado ainda dentro da usina, os fardos aguardam a chegada do relatório eletrônico com as análises da fibra e o número do Certificado de Origem e Qualidade do algodão, para que seja liberada a ordem de seu embarque imediato ou empilhamento em armazém ou pátio externo da algodoeira.

 

As pilhas, organizadas por produtor ou por classificação da pluma, possuem fardos 100% rastreáveis, com histórico completo no qual são lançados em sistema informatizado a entrada do fardão, a pesagem, identificação, classificação, certificação de origem e qualidade, armazenagem.

 

CERTIFICADO DE ORIGEM E QUALIDADE DO ALGODÃO

A partir da emissão do relatório de classificação do algodão é liberado o certificado de origem e qualidade do algodão beneficiado, estabelecido pelas normas do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas).

 

Caso único de certificação de pluma quanto à procedência e atestado de qualidade para sua comercialização, a medida foi implementada, em 2011, pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (Ima) e apoio da Amipa, Minas Cotton, algodoeiras e indústrias têxteis mineiras.

 

Saiba mais em Certificação de Origem e Qualidade.

 

SISTEMA ABRAPA DE IDENTIFICAÇÃO (SAI)

O SAI, desenvolvido e implantado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em 2004, permite a identificação e procedência dos fardos de algodão, agregando competitividade na comercialização ao identificar o cotonicultor, as características do produto e sua classificação, o que também contribui no atendimento às exigências de qualidade dos principais compradores de qualquer parte do país e do mundo.

 

O sistema auxilia o trabalho de classificação por HVI (High Volume Instrument), facilitando a identificação das amostras enviadas aos laboratórios para medição dos parâmetros de comprimento, micronaire, uniformidade e resistência.

 

Baseado no sistema implantado pelo United States Department of Agriculture (USDA) – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, considerado padrão internacional e aceito por todos os grandes países produtores e consumidores, o SAI evoluiu por meio de parceria com a GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação e, em 2011, passou a utilizar um código de série de unidade logística, padrão SSCC (Serial Shipping Container Code), atualmente um dos mais importantes identificadores de aplicação destinados à rastreabilidade de produtos.

 

Simples, prático e seguro para rastreabilidade dos fardos de algodão, o novo processo permite que todos os produtores e algodoeiras implantem o sistema sem demandar grandes investimentos.

 

VANTAGENS PARA A ALGODOEIRA

  • Oferta de um sistema único e confiável de identificação dos fardos;
  • Facilidade para vender o algodão ao mercado externo;
  • Agilidade na obtenção dos resultados da classificação pelos laboratórios;
  • Participação no processo que será adotado, em curto prazo, por 100% dos beneficiadores, por exigência do próprio mercado e dos clientes, o que poderá afetar economicamente as usinas não cadastradas.

 

PASSOS PARA CADASTRO NO SAI

O cadastro da algodoeira é realizado diretamente pela Abrapa e todas as orientações encontram-se detalhadas no endereço www.abrapa.com.br/sai.

 

O processo de cadastramento é constituído das seguintes etapas:

 

  1. Filiação à GS1 Brasil;
  2. De posse do prefixo liberado pela GS1, poderá ser solicitado o cadastro junto à Abrapa, por carta ou e-mail, juntamente com o envio dos seguintes documentos:
  • Solicitação de filiação para Pessoa Física ou Pessoa Jurídica
  • Declaração da Associação Estadual confirmando a existência da algodoeira
  • Cópia da Inscrição Estadual e CNPJ da usina/algodoeira
  • Cópia do RG e CPF do(s) proprietário(s)
  • Cópia do contrato social;
  • Cópia da carta de liberação do prefixo GS1
  • Ficha de cadastro da usina/algodoeira
  • Ficha de cadastro de cada prensa
  • Comprovante de endereço para correspondência
  • Nome do responsável por solicitar as etiquetas e manter o sistema atualizado, juntamente com dados para contato (telefones e e-mail)
  • Outros documentos que se fizerem necessários, de acordo com cada caso.

  3.  Habilitação do usuário e fornecimento da senha para acesso ao SAI, pela Abrapa;

  4.  Impressão e assinatura, pelo responsável legal ou procurador da usina, com firma reconhecida, do Termo de Compromisso gerado no primeiro   acesso ao SAI e seu envio à Abrapa;

  5.  Após o recebimento do Termo de Compromisso, concretização do cadastro para realização de pedidos de etiquetas.

 

Informações adicionais podem ser obtidas por meio do telefone (61) 3028-9700 ou pelo e-mail abrapa@abrapa.com.br.

Itens

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