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Combate ao Bicudo

Combate ao Bicudo

PROGRAMA MINEIRO DE COMBATE AO BICUDO DO ALGODOEIRO (PMCB)

O bicudo-do-algodoeiro (anthonomus grandis), inseto nativo do México, é uma das maiores pragas da cotonicultura brasileira desde 1983, quando chegou ao país, e responde por cerca de 10 a 15% das perdas da lavoura em várias regiões produtoras brasileiras.

 

As maiores dificuldades em sua contenção devem-se, principalmente, à capacidade de dispersão da praga e de sua permanência nas plantações à espera de novo cultivo.

 

Em 2005, em parceria com o Programa Mineiro de Incentivo à Cotonicultura (Proalminas) e recursos financeiros do Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura no Estado de Minas Gerais (Algominas), a Amipa desenvolveu o Programa Mineiro de Combate ao Bicudo do Algodoeiro (PMCB) então específico para o monitoramento do inseto, consistindo em um conjunto de ações efetivas para o seu controle nas regiões produtoras estaduais:

 

  • Planejamento prévio da safra por meio de monitoramento nas áreas de cultivo dos associados, com levantamento de estatísticas da sua população;
  • Mobilização e conscientização dos produtores associados sobre o combate à praga, abrangendo utilização de armadilhas com iscas de feromônio, instalação de tubos mata-bicudo (TMBs), realização de palestras educativas;
  • Treinamentos específicos para os agentes de campo dos associados, por meio de visitas nas unidades produtivas para orientações in loco e de realização de cursos para formação de monitores de campo e Manejo Integrado de Pragas (MIP);
  • Doação de armadilhas, iscas de feromônio, inseticidas e TMBs para os produtores associados, em condições de prévia consulta junto ao escritório da Associação;
  • Disponibilização de software específico para monitoramento digital de pragas e doenças do algodão;
  • Acompanhamento e coleta de dados, com a respectiva tabulação e emissão de relatórios periódicos;
  • Reposição gratuita do material de armadilhamento sempre que necessário e após consulta prévia à entidade.

 

A fim de tornar as medidas de combate ao bicudo mais efetivas, a Amipa realizou um estudo criterioso junto aos associados, profissionais do Instituto Mineiro de Agropecuária (Ima) e da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) levantando as diferenças de clima das regiões mineiras responsáveis pelo plantio e colheita em épocas distintas e que poderiam impactar a eficácia do vazio sanitário do algodão, implantado em 2010 pelo governo estadual. Nova data foi avaliada e acordada pelos envolvidos, resultando na alteração da vigência da medida no Estado, a partir de 2011, para o período de 20 de setembro a 20 de novembro (Portaria Nº 1.136/2011, atualmente em vigor).

 

Pela importância do impacto da praga na cotonicultura brasileira, o Instituto Brasileiro do Algodão (Iba) tem aprovado e investido recursos financeiros em projetos para o controle e combate do bicudo e, desde 2013, tem sido o principal apoiador do projeto Mitigação de Pragas, desenvolvido simultaneamente pelo PMCB e sob a consultoria técnica do Grupo de Estudos do Algodão Mineiro (Geam), grupo de especialistas a quem cabe definir novos parâmetros norteadores de melhoria dos métodos de monitoramento e de combate mais adequados a cada região produtora de Minas Gerais.

 

MONITORAMENTO E CONTROLE DE LEPIDÓPTEROS (HELICOVERPA)

Por razões sinérgicas, o PMCB passou a encampar ações de monitoramento e controle de lepidópteros, em especial a lagarta Helicoverpa, nas regiões produtoras do algodão em Minas, outro projeto fundamental para a cotonicultura apoiado pelo Iba e Proalminas, cabendo também ao Geam, em encontros técnicos, debater sobre formas de manejo e combate da lagarta e fornecer diretrizes para repasse aos associados pela Amipa.

 

PLANEJAMENTO ESTADUAL DE SAFRA

De março a agosto, por meio de um planejamento antecipado, a Associação faz o monitoramento do bicudo, e também de lepidópteros, investindo em visitas técnicas periódicas às propriedades dos associados ainda na fase de colheita, sempre visando à próxima safra. São apuradas as informações quanto à origem e locais de abrigo das pragas e fornecidas aos produtores orientações quanto ao tipo ou combinação mais adequada de métodos de combate a serem adotados.

 

COMBATE LOCAL

Em até 60 dias antes do plantio, o associado recebe em sua propriedade a primeira visita do técnico da Amipa para realizar a instalação das armadilhas com as iscas de feromônio. São analisados os talhões definidos pelo produtor e o histórico de infestação na safra anterior para se estabelecer a quantidade final de armadilhas e a distância entre elas.

 

O produtor passa a monitorar os resultados do armadilhamento e faz a troca das iscas a cada 15 dias, apurando e registrando dados posteriormente enviados à Associação a cada semana, que servem para acompanhamento, alimentação e montagem do histórico de combate na safra.

 

Periodicamente, a cada 30 dias da primeira visita, o técnico retorna à propriedade, ocorrendo na última visita antes do plantio a conclusão do histórico com a orientação final. De posse dos resultados apurados pelo monitoramento, o produtor decidirá acerca do tratamento químico a ser executado na lavoura.

 

Maiores informações sobre o PMCB podem ser obtidas diretamente com o setor de coordenação de campo da Associação, pelo telefone (34) 3821-5828.

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